Em uma consulta de rotina, enquanto folheava aleatóriamente as páginas de uma revista – na expectativa de ser atendida brevemente -, ouvi a secretária perguntar a uma paciente: profissão? A resposta veio em tom baixo e tímido… “do lar” Como? – pensei!
Tudo depende da interpretação que damos aos fatos. Nesse caso, era evidente que aquela moça, com pouco mais de trinta e cinco anos, não estava nada à vontade em “ouvir de sua própria voz”, aquilo que não sabia valorizar em sua vida: a atividade que ela exercia.

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